
A seguir à revolução o Chaimite equipou, durante algum tempo o Regimento de Comandos e o Regimento de Artilharia de Lisboa (uma das principais unidades revolucionárias), tornando-se um dos símbolos do PREC. Posteriormente o Chaimite passou a equipar apenas as unidades de cavalaria vocacionadas para o reconhecimento. Nos anos 90, o Chaimite serviu também para equipar as forças portuguesas destacadas para a Bósnia e para o Kosovo. Contam, hoje, com quase quatro décadas de serviço operacional, estando prevista a sua substituição pelos novos blindados Pandur II.

Características básicas
Motor: Diesel, 6 cilindros em V; 155 CV a 3300 rpm
Velocidade máxima: 99 km/h
Autonomia: 800 km
Comprimento: 5,6 m
Largura: 2,26 m
Altura: 2,39 m
Peso: Dependente da versão
Outros Utilizadores
Além de Portugal, o Chaimite é, ou foi, utilizado pelo Peru (fuzileiros navais), Líbia (guarda presidencial), Líbano, Filipinas e, segundo algumas fontes, Palestina.
In:Wikipédia
Motor: Diesel, 6 cilindros em V; 155 CV a 3300 rpm
Velocidade máxima: 99 km/h
Autonomia: 800 km
Comprimento: 5,6 m
Largura: 2,26 m
Altura: 2,39 m
Peso: Dependente da versão
Outros Utilizadores
Além de Portugal, o Chaimite é, ou foi, utilizado pelo Peru (fuzileiros navais), Líbia (guarda presidencial), Líbano, Filipinas e, segundo algumas fontes, Palestina.
In:Wikipédia
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