quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

Porta-Aviões Russo Classe Kuznetsov

A Classe Kuznetzov foi uma classe de porta-aviões da União Soviética planeada para rivalizar com os grandes porta-aviões norte-americanos. Foi prevista a construção de um total de três embarcações, mas apenas uma foi finalizada.
Ao contrário dos cruzadores porta-aviões Kiev, construídos anteriormente, que eram um misto de cruzador lança-mísseis com porta-aviões, o Kuznetsov pode operar um número maior de aeronaves. Estas aeronaves seriam de pouso e descolagem convencional, que podem levar mais armas, sendo que os Kiev só operavam aeronaves de descolagem vertical.
Como não foi possível construir catapultas com potência suficiente para lançar as aeronaves, optou-se pela colocação de uma rampa integrada na proa do navio, que permite às aeronaves descolar utilizando os seus próprios motores.
A entrada ao serviço do primeiro navio da Classe, o Almirante Kuznetsov, coincidiu com o colapso da União Soviética, sendo que o estaleiro responsável pela construção encontra-se em território da Ucrânia. Isso, somado a crise financeira, levou a venda da segunda unidade, o Varyag, ainda incompleta a China.
O Almirante Kuznetzov continua operacional, sendo o único porta-aviões da Marinha Russa.
In:Wikipédia

Porta-aviões espanhol Príncipe das Astúrias

O porta-aviões Príncipe de Astúrias encontra-se ao serviço da Marinha Espanhola desde 1988, com base em Rota. O navio foi terminado em 1979 e lançado ao mar em 1982; a integração no sistema Digital de Comando y Control Tritan e a instalação da ponte do navio levaram a que apenas tenha iniciado o seu serviço nove anos após a sua construção.
Morfologia da embarcação:
Pode transportar e operar 12 caças AV-8B Harrier II Plus e Harrier II, armados com AIM-9L, AIM-120 AMRAAM (mísseis ar-ar), AGM-65E Maverick (míssil ar-terramísseis ar-terra) e um canhão GAU-12U. Pode também operar com 12 helicópteros, geralmente seis Sikorsky Sea King SH-3H, quatro Agusta AB-212 e dois Sikorsky SH-3 AEW. Ao todo pode operar com 17 aeronaves no hangar de 2300 m² (em casos de emergência) e 12 no convés de 5100 m², operando-se elevadores para transitar os veículos de um local para o outro.
O sistema de armamento do porta-aviões conta com 4 canhões antiaéreos FABA Meroka Modelo 2B, 12 canhões de 20mm L120 Oerlikon e um sistema MK 13 Modelo 4 de lançamento de mísseis Harpoon.
O navio utiliza sistemas de contra-medidas sonoros Super RBOC (6 lançadores) e um sistema de supressão sonora para o casco e hélice.
A nível de sensores, utiliza um radar de busca aérea Raytheon SPS-52C/D e de busca de superfície ISC cardion SPS-55, um radar para os canhões antiaéreos do tipo FABA SPG-M2B doppler e o de mísseis anti embarcações é o Alenia RTN-11L/X.
O sistema de propulsão consiste em duas turbinas de gás General Electric LM2500 (potência de 69,2 MW) com uma velocidade máxima de 25 nós, possuíndo uma autonomia total de 6500 milhas marítimas à velocidade de 20 nós.
In:Wikipédia

Porta-Aviões USS Enterprise (CVN-65)

O USS Enterprise (CVN-65) foi o primeiro porta-aviões nuclear a fazer parte da frota da Marinha dos Estados Unidos da América, foi também o primeiro a ser construído no mundo com este tipo de propulsão. Com os seus 342,3 m é o maior barco militar em operação no mundo. O navio pertence a Classe de mesmo nome.
O seu abate está previsto para 2014-2015, quando será substituído pelo USS Gerald R. Ford (CVN-78) que esta em construção.
Ficha técnica
Peso - 89,600 tonoledas
Propulsão - 8 reactores nucleares e 4 hélices
Comprimento - 335,64 metros
Largura - 75,6 metros
Altura - 39,9 metros
Velocidade - 30 nós
Tripulantes - 5830
Armamento - 2 plataformas de mísseis mar-mar Sea Sparrow, 3 canhões Phalax antiaérios 20 mm
Número de aeronaves - 85
Classe - Enterprise
In:Wikipédia

Pistola metralhadora Sterling

A pistola metralhadora Sterling foi adoptada em 1954 pelo Exército britânico, no lugar da antiga pistola metralhadora Sten.
A Sterling era normalmente usada por tropas que necessitavam de armas portáteis leves, como os membros dos destacamentos de carros de combate, engenheiros, artilheiros e pelas forças especiais, no caso britânico, principalmente o pessoal do SAS e do SBS que normalmente a usavam com um grande silenciador.
Sterling Mk4.
Tipo - pistola metralhadora
País - Reino Unido
Inventor - Sterling Armament Company
Data de projecto - 1944
Tempo em serviço - 1951 - act.
Características
Calibre - 9 x 19 mm Parabelum
Cadência do Tiro - 550 tpm
Peso - 2,72 kg
Comprimento total - 690 mm (coronha esticada)
483 mm (coronha rebatida)
Alimentação - carregador de 34 munições
Variantes

Patchett Mk 2, Mk 3, Mk 4, Mk 5, Mk 6, Mk7, C1, L2A1, L2A2, SAF Carbine 1A e SAF Carbine 2A1
In:Wikipédia
Nota do autor: Esta arma também foi utilizada pelos "COMANDOS" Portugueses em diversas situações nos vários teatros de operações

Beretta M12

A Beretta M12 é uma pistola-metralhadora concebida pelo engenheiro italiano Domenico Salza em 1959. Entrou em serviço no Exército Italiano a partir de 1961 para substituir as Berettas M38/42.
A arma comporta uma carcaça cilíndrica que envolve o cano e a culatra. O selector de tiro situa-se à esquerda. É um dos poucos modelos de pistola-metralhadora que dispôe de dois punhos. Inicialmente a M12 dispunha de uma coronha de madeira, que foi logo substituída por uma metálica, dobrável sobre a carcaça. Dispõe de uma mira ajustável para 10/200 m. A Beretta M12 foi exportada para diversos países da Europa, África e Ásia, onde equipa Forças Armadas e de Segurança. É fabricada sob licença no Brasil (variante denominada Taurus MT12) e na Indonésia. A Taurus MT12 é a pistola-metralhadora padrão da Força Aérea e da Polícia de Segurança Pública em Portugal e das Polícias Militares brasileiras.
Versões
Beretta M12: versão original produzida a partir de 1959;
Taurus MT12: versão brasileira da M12, fabricada pela Taurus com um cano ligeiramente mais longo;
Beretta M12S: versão aperfeiçoada da M12, dotada de um comando único de Selecção/Segurança, produzida a partir de 1978;
Beretta PM12S-2: versão da M12S desenvolvida para a polícia francesa, onde é conhecida por PM12-SD.
Beretta Modello 12
Tipo - Pistola-metralhadora
País - Itália
Inventor - Domenico Salza
Data de projecto - 1959
Período de produção - 1959 - act.
Tempo em serviço - 1961 - act.
Características
Calibre - 9 x 19 mm Parabellum
Cadência do Tiro - 550 tpm
Velocidade de saída do projéctil - 380 m/s
Alcance eficaz - 200 m
Peso - 3,48 kg (descarregada)
3,82 kg (carregada)
Comprimento total - 660 mm
Alimentação - carregadores de 20, 30 ou 40 munições
Variantes - M12, MT12, M12S e M12S-D
In:Wikipédia

Míssil Stinger



Os princípios básicos
O míssil Stinger, oficialmente conhecido como FIM-92A, foi projectado para dar às tropas terrestres uma maneira de lidar com aviões e helicópteros voando a baixas altitudes. Da perspectiva dos soldados no solo, essas aeronaves inimigas voando a baixas altitudes costumam ser um grande problema, pelos bombardeios, tiros de metralhadora, trabalhos de vigilância e extração e reabastecimento das tropas inimigas. A maneira mais fácil de eliminar essa grande ameaça é derrubando-a.
Há quatro coisas que fazem o Stinger ser uma arma tão eficaz para o uso das tropas terrestres:
•ele é uma arma leve e portátil. O conjunto míssil e lançador pesa cerca de 15 kg, sendo que o lançador é reutilizável e cada míssil é uma unidade selada que pesa 10 kg;
•o lançador é apoiado no ombro durante o lançamento e pode ser usado por uma única pessoa (embora seja comum ver equipes de dois homens operando o míssil);
•ele utiliza um localizador passivo por raios infravermelhos;
•é uma arma na qual você só precisa efectuar o disparo: não há necessidade de acompanhar seu progresso por um monitor de computador ou algo do tipo.

Dados do stinger
•comprimento - 1,5 m;
•diâmetro - 7 cm;
•peso - 10 kg;
•peso com o lançador - 15 kg;
•explosivos - 1 kg com detonador de impacto (explode ao entrar em contacto com o alvo);
•velocidade - 2.400 km/h, Mach 2;
•altitude máxima - aproximadamente 3 km;
•distância máxima - aproximadamente 8 km.
In:HowStuffWorks

quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Aérospatiale Alouette III

O Alouette III é um helicóptero utilitário ligeiro de transporte, monomotor, fabricado pela Aérospatiale, na França.
É um desenvolvimento do Alouette II, tendo um tamanho maior e uma maior capacidade de carga. Originalmente propulsado por uma turbina Turbomeca Artouste IIIB, o Alouette é reconhecido pelas suas capacidades de operação em grandes altitudes, sendo o ideal para o salvamento em áreas montanhosas.
Serviço em Portugal
Os SE-3160 Alouette III (ALIII) foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de Abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para actuarem nas operaçoes militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique. O Alouette III tornou-se num dos principais ícones da Guerra do Ultramar, ficando famosas as imagens dos Páraquedistas e Comandos a saltar dos aparelhos, enquantos estes pairavam a cerca de 3 metros do solo, durante as operações de heli-assalto.
Os ALIII básicos desarmados, com o nome de código "Canibais" realizavam essencialmente operações de transporte, heli-assalto e evacuação sanitária. A estes ALII juntaram-se os helicanhões, com o nome de código "Lobos Maus", com um canhão de 20 mm montado virado para bombordo, disparado por um apontador através da porta lateral aberta. Em 1973 realizaram-se algumas experiências no sentido de incorporar lança-foguetes de 37 mm ou 2,75", mas nunca chegaram à fase operacional.
A Força Aérea Portuguesa adquiriu um total de 142 Alouette III, o segundo maior número de um único modelo de aeronave ao serviço de Portugal, logo a seguir ao North-American T-6.
Actualmente, os aparelhos remanescentes são utilizados na Base Aérea de Beja essencialmente para instrução e como utilitários.
Descrição
Fabricante - Aérospatiale (antes Sud-Est e Sud Aviation) / França
Primeiro vôo - 28 de Fevereiro de 1959 (SE-3160)
Missão - Utilitário ligeiro de transporte
Tripulação - 1 piloto + 6 passageiros
Dimensões
Comprimento - 10,2 m
Envergadura - 11 m
Altura - 2,9 m
Área (asas) - 110,50 m²
Peso
Peso total - 1.105 kg
Peso bruto máximo - 2.100 kg
Propulsão
Motores - 1 turbina Turbomeca Artouste IIIB de 870 CV
Performance
Velocidade máxima - 220 km/h (Mach: )
Alcance - 1.300 km
Tecto
máximo - 6.100 m
Armamento
Metralhadoras - 1 canhão lateral de 20 mm
In:Wikipédia

P-3 Orion

O P-3 Orion é a versão militar do famoso avião comercial Lockheed Electra II. Foi inicialmente concebido para a Marinha dos EUA como aeronave especializada em guerra anti-submarina e patrulhamento marítimo baseada em terra para substituir os P-2 Neptune. Posteriormente, tornou-se um sucesso de vendas internacionais e foi adquirido por diversos países membros da OTAN e outras nações diversas. Atualmente, 17 nações utilizam versões diferentes do P-3.
Emprego na Força Aérea Portuguesa
Em 10 de Outubro de 1985, Portugal comprou seis exemplares da Lockheed, na versão P-3B, que tinham sido utilizados pelas Força Aérea Australiana.
Foram entregues em Junho de 1987. Após, foram transformados nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico, passando, por fim, a ser denominados P-3P.
Estão colocados na Base Aérea Nº11, em Beja, tendo como missão primária a luta anti-submarina e o patrulhamento marítimo e, como missão secundária, a busca e salvamento.
A partir de início de 2006 a FAP iniciou a substituição dos P-3P por aeronaves P-3C CUP anteriormente pertencentes à Marinha Holandesa.
Descrição
Fabricante - Lockheed
Primeiro vôo - 15 de Abril de 1961
Entrada em serviço - 1962
Missão - Luta anti-submarina, Patrulhamento marítimo, Busca e Salvamento (SAR)
Tripulação - 11
Dimensões
Comprimento - 35,57 m
Envergadura - 30,36 m
Altura - 10,27 m
Área (asas) - 120,8 m²
Peso
Tara - 27 900 kg
Peso bruto máximo - 63 400 kg
Propulsão
Motores - 4 × turbopropulsores Allison T56-A-14, 4900 cv (3700 kW)
Performance
Velocidade máxima - 745 km/h (Mach: )
Alcance bélico - 4 400 km
Alcance - 9 000 km
Tecto
máximo - 8 600 m
Relação de subida - 957 m/min
Armamento
Mísseis/ Bombas - AGM-84 Harpoon, AGM-84E SLAM, AGM-65 Maverick
9 000 kg de bombas; torpedos MK-46, Minas, Foguetes
In:Wikipédia

Aérospatiale SA-330 Puma

O Aérospatiale Puma é um helicóptero originalmente construído pela Aérospatiale, na França. Também é conhecido por SA-330.
Variantes
SA-330A Puma: Protótipos, originalmente designado de "Alouette IV".
SA-330B Puma: Versão inicial de produção para a Aviação do Exército Francês.
SA-330 Orchidee: SA 330 modificado para carregar um sistema de vigilância "Orchidee" para o exército francês.
SA-330C Puma: Versão inicial de produção para exportação.
SA-330E/ HC 1 Puma: Versão produzida pela Westland para a RAF sob a designação de Westland Puma HC 1.
SA-330F Puma: Versão civil inicial de produção para exportação com motores Turbomeca Turmo IIIC4 turboshaft.
SA-330G Puma: Versão civil actualizada com motores Turbomeca Turmo IVC.
SA-330H Puma: Versão actualizada para o Exército Francês e versão para exportação com motores Turbomeca IVC. Designado pela Força Aérea Francesa de SA 330B.
SA-330J Puma: Versão actualizada de transporte civil.
NAS-330J Puma: Versão do SA-330J construída pela IPTN da Indonésia;
SA-330L Puma: Versão actualizada para condições designadas de "quente e alto".
IAR-330L Puma: Versão do SA-330L, construida através de uma licença, produzida pela ICA da Roménia.
SA-330S Puma: Versão de exportação para a Força Aérea Portuguesa.
SA-330Z Puma: Protótipo com motor de calda "fenestron".
Atlas Oryx: Este foi um Puma SA-330 re-produzido e actualizado para a Força Aérea Sul Africana.
Portugal
Em 1970, a Força Aérea Portuguesa adquiriu 13 Pumas, devido à necessidade de maior capacidade de transporte durante a Guerra do Ultramar - 18/20 homens, um número bastante superior aos 5 passageiros possíveis com os Alouette III, o que aumentou significativamente a mobilidade do Exército Português. Seis unidades destinaram-se aos conflitos em Moçambique. Foram intensivamente utilizados pelas Forças Especiais em Angola, nomeadamente na intersecção de colunas de guerrilheiros vindos das fronteiras do Congo e da Zâmbia, servindo também na evacuação sanitária e apoio logístico.
O primeiro voo operacional do Puma foi a 23 de Outubro de 1970, em missão de transporte de manobra (TMAN), em Santa Eulália, no norte de Angola.
Os "Puma" foram alvo de três actualizações desde do fim da guerra em África:
1.Tranformação em aparelho SAR com a introdução do radar Omera ORB-31.
Portugal foi o único país a equipar o SA-330 com o radar ORB-31. Este radar possui a capacidade, tal como o ORB-31D, para lançar e guiar mísseis Exocet.
2.Equipamentos autónomos de navegação e estacionário automático.
3.Novos motores Makila.
O "Puma" foi retirado oficialmente do serviço, no território continental de Portugal, a 3 de Fevereiro de 2006, no mesmo dia em que as primeiras unidades do seu sucessor (EH-101 Merlin) entraram ao serviço em missões de Busca e Salvamento. Até final de Novembro de 2006 alguns dos "Puma" continuam ao serviço na Base Aérea das Lajes, momento a partir do qual os (EH-101 Merlin) os substiturão em missões operacionais.
Em 24 de Setembro de 2008 os Pumas foram reactivados para a missão anteriormente desempenhada pela Esquadra 711 reabilitando-se quatro helicópteros na também reactivada Esquadra 752 "PUMAS".
Aérospatiale Puma
Fabricante - Aérospatiale
Missão - Utilitário ligeiro/Transporte
Tripulação - 3 (piloto, co-piloto, mecânico de voo) + 16 passageiros ou 20 soldados
Dimensões
Comprimento - 18,15 m
Envergadura - 15,0 m
Altura - 5,14 m
Peso
Peso total - 3.770 kg
Performance
Velocidade máxima - 258 km/h (Mach: )
Autonomia máxima - 5 horas
Propulsão
Motores - 2 motores Turbomeca Makila com a potência de 1900 CV
Força - (por motor) 1.175 kN
Armamento
Metralhadoras Metralhadoras co-axial de 7,62 mm (opcional)
Extra
Acessórios Canhão de 20 mm (opcional)
In:Wikipédia

terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

AgustaWestland EH101 Merlin

O AgustaWestland EH101 é um helicóptero originalmente desenvolvido num esforço conjunto entre a Westland Helicopters no Reino Unido e Agusta na Itália para aplicações militares, embora também possar ser utilizado no contexto civil.
Operadores
Reino Unido
Itália
Portugal
A Força Aérea Portuguesa utiliza, desde 24 de Fevereiro de 2005, helicópteros EH101 em missões de Transporte, Busca e Salvamento e Vigilância e Reconhecimento. Estes aparelhos substituiram progressivamente os Aérospatiale Puma naquelas missões. Os EH101 aquiridos por Portugal vêm em três diferentes versões: SAR (busca e salvamento), CSAR (busca e salvamento em combate) e SIFICAP (Sistema de Fiscalização das Pescas). Os EH101 portugueses têm a características de serem as únicas aeronaves deste modelo pintadas com uma camuflagem táctica (verde e castanha).
São utilizados primariamente em missões de Busca e Salvamento, mantendo-se dois sempre em alerta de 30 minutos (a partir da Base Aérea do Montijo e da Base Aérea das Lajes) e um em alerta de 1 hora (a partir do Aeroporto de Porto Santo).
Estados Unidos da América
Canadá
Japão
Dinamarca
Descrição
Fabricante - Agusta-Westland
Primeiro vôo - 1987
Missão - Busca e Salvamento / Fiscalização
Tripulação - 4
Dimensões
Comprimento - 22.81 m
Envergadura - 18.59 m
Altura - 6.61 m
Área (asas) - 271 m²
Peso
Tara - 10.500 kg
Peso total - 5.100 kg
Peso bruto máximo - 15.600 kg
Propulsão
Motores - 3× Rolls-Royce/Turbomeca RTM322-01 turboshafts, 2.312 shp (1.725 quilowatts) cada
Performance
Velocidade máxima - 309 km/h (Mach: )
Alcance - 1.220 km
Tecto máximo - 4.572
Relação de subida - 216 m/min
Armamento
Metralhadoras - 2× 7,62 mm
Mísseis/ Bombas - 960 quilogramas (2.116 libras) de bombas e rockets
In:Wikipédia

International AMX / A1

AMX / A1
Tipo: Caça bombardeiro
Fabricante: Embraer/Aeritalia/Aermacchi
Primeiro voo: 15 maio de 1984
Inicio do serviço: 1989
Status: Em serviço
Primeiros usuários: Brasil e Itália
Producão: 1986 a 1999
Total produzido: cerca de 200
Tripulação: 1
Comprimento: 13.23 m
Envergadura: 8.87 m
Altura: 4.55 m
Aréa das asas: 21 m²
Peso vazio: 6,730 kg
Peso carregado: 10,750 kg
Peso máximo de decolagem: 13,000 kg
Motor: 1 turbina Rolls-Royce Spey RB 168 MK 807 desenvolvendo 49,1 kN
Velocidade máxima: 1,160 km/h
Velocidade de cruzeiro: 950 km/h
Raio de alcance: 3,330 km
Altitude de serviço: 13,000 m
Razão de subida: 52 m/s
Armamento: 1 canhão rotativo de 20 mm M61 Vulcan (versão Italiana) e
2 canhões de 30 mm DEFA 544 (versão Brasileira), 2 misseis AIM-9 Sidewinders ou MAA-1 Piranha nas pontas das asas, 3,800 kg de bombas em 5 pontos externos, podendo transportar pods de reconhecimento, pods de iluminadores a laser, bombas guiadas a laser, misseis ar-terra e foguetes.

HMMWV

A designação HMMWV (lê-se Hum-vee) é um acrónimo para a expressão inglesa High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle, que significa Veículo Automóvel Multifunção de Alta Mobilidade. É um veículo utilitário militar desenvolvido pela AM General que oferece um grande tempo de vida, muito utilizado nos Estados Unidos da América e outros países e organizações. O Exército Português possui algumas destas viaturas, que usou sobretudo em Timor-Leste e no Afeganistão.
Nas Forças Armadas dos Estados Unidos da América existem, pelo menos, 18 variantes do HMMWV ao serviço. O HMMWV serve como transporte de carga/tropas, plataforma de artilharia, ambulância (4-8 transportados), transporte de obuses, plataforma de mísseis terra-ar M-1097 Avenger, mísseis TOW, suporte aéreo, entre outras funções.
Seu uso no Iraque e no Afeganistão obrigou a adaptação de blindagens extras ao exterior e interior do veículo, deixando-o mais adequado às operações em ambientes em que explosões de artefatos improvisados (IEDs) e disparos próximos de granadas propelidas por foguete (RPG) são freqüentes.
O HMMWV inspirou a criação de uma versão civil, o Hummer.



Comandos Portugueses em patrulha no Afeganistão


Países operadores
Além dos Estados Unidos da América e Canadá, o HMMWV é usado pelos sequintes países:
Afeganistão (213+)
Albania (300+)
Argélia (200+)
Arábia Saudita
Argentina (24)
Bósnia e Herzegovina
Chile (220+)
Colômbia (400+)
Croácia
República Checa
Dinamarca (30)
Equador
Egito 3890+
Eslováquia
Eslovênia (30)
Espanha
Geórgia
Grécia (500+)
Iran (10-20)
Iraque (3961+)
Israel (2000+)
Letônia
Líbano (285)
Lituania
Luxemburgo
Macedonia (56)
Mexico (3,638+)
Morocco (6500)
Nova Zelândia
Panama (7)
Filipinas (300)
Polónia (217)
Portugal (35)
Romênia
República Popular da China
República Dominicana
Sérvia (50)
Taiwan
Thailand
Turquia
Ucrânia 10 veículos,
Venezuela
Zimbábue
InWikipédia

Panhard Ultrav M11

O veículo de reconhecimento PANHARD M-11, também referido como VBL de (Veículo Blindado Ligeiro) chegou a Portugal em 1989. Não havia um veículo com estas caracteristicas no exército português, embora tenha em grande parte substituido de alguma forma as antigas Panhard AML, com consideravel vantagem. Entre essas, ressalta o facto de ser um veículo anfibio. Foi desde o inicio atribuido a unidades ligeiras do exército português, na quantidade de dezoito. Posteriormente foram adquiridas outras unidades, que pretendem dotar as unidades ligeiras e aerotransportadas das forças armadas de alguma capacidade anti-tanque (móvel).
Assim, hoje existem no exército unidades deste veículo equipados com lançadores para misseis anti-tanque Milan. Estão igualmente disponíveis unidades dotadas de um radar (AN/PPS-5B), para vigilância do campo de batalha, que permite identificar o movimento de pessoas a 10 Km e o movimento de veículos a 20 Km. A alta mobilidade deste veículo, adicionada á sua facilidade de transporte, torna-o bastante fléxivel no que respeita á sua utilização em Portugal ou em operações de manutenção de paz. Foi enviado por exemplo para apoio das forças portuguesas no Kosovo.
As ultimas versões recebidas, são ou pouco mais compridas e estão equipadas com uma torre que protege o atirador. O numero total em operação atingiu as 38 unidades.
Parte destes veículos estão em 2007, em serviço com as forças portuguesas destacadas no Afeganistão.
Panhard M11
Tipo de armamento: Blindado ligeiro
Construído por: Panhard
Tipo de motor: Peugeot XD3T 4cyl Potência: 95 cv
Origem: França
Utilizadores: Portugal
Tempo de serviço: 1989 - maioria em serviço
Conflitos de atuação: Kosovo, Afeganistão
Alcance: de 1.5Km a 2.4Km
Armas Principais: 12.7mm Browning M2
Velocidade: 95 Km/h máxima estrada
In:Wikipédia

segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Missil BGM-109 Tomahawk

O BGM-109 Tomahawk, também conhecido como Tomahawk Land Attack Missile (TLAM - Míssil Tomahawk de Ataque a Superfície) é um míssil de cruzeiro de longo alcance, subsónico. Foi introduzido pela General Dynamics na década de 1970, tendo sido inicialmente concebido como um míssil de médio-longo alcance, de baixa altitude, que pudesse ser lançado a partir de um submarino submerso. Ao longo da sua existência sofreu vários melhoramentos e é actualmente desenvolvido pela Raytheon. Alguns Tomahawks chegaram também a ser produzidos pela McDonnell Douglas.
Informações
Função - Longo-alcance, míssil de cruzeiro subsônico
Fabricante - Raytheon / McDonnell Douglas
Custo -USD$ 750 mil dólares
Lançamento 1982
Características
Motor - Williams International F107-WR-402 turbofan e booster com combustível sólido
Peso Máx - 1440 Kg no lançamento
Comprimento - Sem o booster: 5.56 m Com o booster: 6.25 m
Diâmetro - 0.52 m
Envergadura - 2.67 m
Velocidade - Aproximadamente 880 Km/h
Alcance - 1.100 Km
Ogiva - 450 kg (convencional) ou 200 kt (nuclear)
Navegação - GPS, TERCOM, DSMAC
Detonador - FMU-148 ou TLAM Block III, outros para aplicações especiais
Plataforma de lançamento - Sistema de Lançamento Vertical (VLS) ou horizontal a partir de tubos de torpedos submarinos
In:Wikipédia

Mina terrestre

Uma mina terrestre é um artefato explosivo utilizado com a finalidade de evitar ou dificultar o avanço de forças de infantaria ou de carros de combate em campo de batalha.
Classes
Existem duas classes de minas terrestres:

Minas antitanques ou antiveiculares, destinadas principalmente veículos autopropulsados. Estes dispositivos contêm cerca de cinco quilos de explosivos.
Minas antipessoais ou antiindividuais, mais leves, tem a função de matar ou ferir várias pessoas se estiverem próximas a estes artefatos após a sua explosão. Contêm em média meio quilo de explosivos e fragmentam-se ao explodir.
Funcionamento
É composta por um invólucro com carga explosiva e um detonador. Enterrada a pouca profundidade é detonada pelo peso do alvo que se quer atingir. Podem continuar ativas depois de muito tempo de sua instalação.
Para a instalação de uma mina, em primeiro lugar, elege-se o que se quer atingir. Para tal, é verificado o grau de fragmentação após a explosão e a dificuldade de detecção do artefato.
O dispositivo é enterrado a pouca profundidade no solo e detonado pelo peso de soldados ou veículos que passam sobre si, dependendo o tipo. O disparo também pode ser através de um temporizador ou por controle remoto.
Para evitar sua detecção magnética através de equipamentos eletrônicos, as modernas cápsulas de minas são produzidas por materiais não magnéticos e não condutivos. Existem minas fabricadas com explosivos plásticos, o encapsulamento cerâmico e o dispositivo de disparo fabricado com componentes mecânicos a base de polímeros.
O sistema de disparo pode ser acionado por pressão ao toque exercida sobre uma barra articulada.
In:Wikipédia

TNT (Trinitrotolueno)

O Trinitrotolueno (TNT) é um explosivo. Possui coloração amarelo pálido e sofre fusão a 81°C. Faz parte de várias misturas explosivas, como, por exemplo, o amatol, uma mistura de TNT com nitrato de amônia.
É preparado pela nitração do tolueno (C6H5CH3), tendo a fórmula química C6H2CH3(NO2)3.
Na sua forma refinada, o trinitrotolueno é completamente estável, e, ao contrário da nitroglicerina, é relativamente insensível à fricção, impacto ou agitação. Isto significa que é necessário o uso de um detonador para provocar sua explosão. Não reage com os metais nem absorve água, pelo que é muito estável e pode ser armazenado por longos períodos de tempo, ao contrário do dinamite. Reage facilmente com os alcalóides, formando compostos instáveis que são muito sensíveis a calor e impactos.
Reação-Nitração
Para obter trinitrotolueno, é necessário usar o tolueno, ácido nitrico concentrado, e, como catalizador, o ácido sulfúrico também concentrado. Na primeira fase, é obtido o mononitrotolueno; na segunda, o dinitritolueno e um pouco de trinitro. Na terceira nitração é obtido o trinitrotolueno, que está com a aparência de um pão de ló, junto com o ácido sulfúrico e água resultante da reação. Basta apenas filtrá-lo e retirar o TNT. Sua reação explosiva acontece com uma carga elétrica (explosivo plástico) ou a 80°C. É altamente explosivo e tem uma elevada toxidade!
In:Wikipédia

Missil Scud

O Scud é um míssil balístico móvel, de origem soviética, com curto alcance. O míssil é derivado do foguete alemão V–2 da época da Segunda Guerra Mundial, sendo utilizado em plena Guerra Fria por membros do Pacto de Varsóvia ou seus aliados. É também conhecido pelas seguintes designações: R-17, 9k72 Elbrus, 9K14, SS-1.
Variantes
Scud -A
Alcance de 130 km, usado na década de 1950 e 1960 pela URSS.
Scud-B
Alcance de 300 km, usado em meados da década de 1960 pela URSS, ainda em uso em alguns paises. Com uma ogiva de 1.000 kg.
Scud-C
Alcance de 500 km, usado em meados da década de 1960 pela URSS, com uma ogiva menor do que o Scud-B em torno de 500 a 800 kg. Ainda em uso por alguns paises.
Scud-D
Alcance de 700 km, usado na década de 1980 pela URSS, com um sistema de navegação e precisão mais apurados que as variantes anteriores.
In:Wikipédia

domingo, 27 de Dezembro de 2009

Míssil balístico

Um míssil balístico é um míssil que segue uma trajectória pré-determinada, que não pode ser significativamente alterada após o míssil queimar todo o seu combustível (a sua trajectória fica governada pelas leis da balística – física). Para cobrir grandes distâncias, a trajectória dos mísseis balísticos atinge as camadas mais altas da atmosfera ou o espaço, efectuando um vôo sub-orbital. Para mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) o apogeu é de aproximadamente 1200 quilômetros. Quando chegam ao espaço, os mísseis não recebem mais nenhum "impulso" e seguem uma trajectória balística até ao seu destino.
Muitos mísseis balísticos avançados têm um sistema de propulsão com diversos andares de propulsante. A trajectória pode ser ligeiramente ajustada de um andar ao outro, com uso de uma cápsula ou outra do motor-foguete. Podem ser lançados de plataformas fixas ou móveis, como veículos (lançadores do Trator-Instalador, TELs), aviões, navios de superfície e submarinos.
Categorias de Mísseis
Os mísseis balísticos podem variar extensamente na escala (distância que pode atingir) e no uso, e são divididos frequentemente nas categorias baseadas na escala. Os EUA os sub-dividem da seguinte maneira:
Míssil balístico curto alcance (SRBM): alcance inferior a 1000 quilómetros .(Pode citar-se com exemplo os famosos mísseis Scud)
Míssil balístico de médio alcance (MRBM): alcance entre 1000 e 2500 quilómetros.
Míssil balístico alcance intermediário (IRBM): alcance entre 2500 e 3500 quilómetros.
Míssil balístico intercontinental (ICBM): alcance superior a 3500 quilómetros, sub-divididos ainda em:
Míssil balístico intercontinental de alcance limitado (LRICBM): alcance entre 3500 e 8000 quilómetros.
Míssil balístico intercontinental de alcance total(full) (FRICBM): alcance entre 8000 e 12.000 quilómetros.
Contudo, Mísseis Balísticos pela definição do MTRC (Missile Technology Control Regime – Regime de Controle da Tecnologia de Misseis), um regime internacional voluntário, ao qual falaremos mais adiante, um míssil para ser definido como balístico deve ter uma escala somente maior do que 300 km e a capacidade de carregar mais de 500 kg de peso dentro dele.
Os mísseis balísticos da escala longa e média são projetados geralmente, para carregar artefatos nucleares.
O Míssil Peacekeeper
Há um míssil norte-americano denominado Peacekeeper[1][2], de 88 toneladas, que cruza continentes a aproximadamente Mach 20(23 mil km/h), com um alcance de aproximadamente 9.700 km, com uma ogiva nuclear que dispara simultaneamente 8 sub-ogivas, cada uma potência equivalente a 25 bombas nucleares de Hiroshima, ou seja, 25 kilotons cada. No total, seriam 200 kilotons.
O míssil Peacekeeper encaixa-se na categoria de mísseis MIRV (Veículo de Reentrada Independente Multiplamente Orientável).
Desde 2005, em razão do tratado START II, os Estados Unidos foram obrigados a remover o arsenal, mantendo apenas os mísseis LGM-30Minuteman.
Cada PeaceKeeper custou o equivalente a US$ 400 milhões, e foram construídos 114, ao todo. Cada lançamento é estimado em US$ 20 a 70 milhões.
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sábado, 26 de Dezembro de 2009

Avião IAI Kfir

O IAI Kfir (leãozinho em hebraico) é um caça israelita de ataque ao solo, usado pela Força Aérea Israelita nas décadas de 70 e 80.
Em 1967, logo após a guerra dos seis dias, Israel enfrentou um embargo de vendas de armas imposto pela França, sua tradicional fornecedora. Essa foi a origem de um programa para copiar e melhorar o Mirage.
O Kfir resultou da adaptação do motor J79 na célula do Mirage 5. Apesar de mais potente, a adaptação de uma turbina de peso e dimensões diferentes causaram a alteração do centro de gravidade da aeronave e das características de vôo.
O vôo inaugural ocorreu no dia 19 de Outubro de 1970 e, pouco depois, foi produzido o Kfir C1, dotado de pequenas aletas dianteiras. O C2 que se seguiu tinha aletas canards maiores e asas com dentes no bordo de ataque, para melhorar sua manobrabilidade. Versões biplaces foram produzidas com o nariz rebaixado, para melhorar a visibilidade. Os primeiros Kfir entraram em acção na guerra do Yom Kippur. A maioria dos C2 e TC2 israelenses foi adaptada para o padrão C7/TC7, com maior número de encaixes para armas e aviônicos mais modernos. Esses lutaram em 1982, sobre o vale de Bekaa.
Um grande número permanece em serviço, embora outros tenham sido relegados à reserva. Aviões Kfir foram vendidos à Colômbia, Equador, Sri Lanka, enquanto a US Navy e os fuzileiros americanos alugaram lotes de Kfir C1 (por eles rebaptizados como F-21A) para actuarem como aviões inimigos nos programas de treino dos seus pilotos.
Ficha Técnica
Dimensões
Comprimento: 15,65 m
Área alar: 34,8 m²
Altura: 4,55 m
Pesos
Vazio operacional: 7.285 kg
Máximo de Decolagem: 16.500 kg
Desempenho
Velocidade Máxima: 2.440 Km/h
Teto Operacional: 16.680 m
Raio de Ação: 3.232 km
Motores
Quantidade e Tipo: 1 turbina
Marca: General Eletric
Modelo: J79-J1E
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sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009

Pistola Glock-19

Informação genérica:
A pistola Glock-17, desenhada na Áustria em 1980, deu lugar a uma família completa de modelos derivados, concebidos para utilização quer por militares quer por policiais ciovis e serviços de segurança privados.
O modelo foi desenvolvido tendo em vista uma especificação do exército austríaco, tendo ganho a competição e passado a ser armamento standard tanto do exército do país como da polícia.
Foram desenvolvidas várias versões, para aplicações específicas e para calibres diferentes do original 9mm Parabelum.
Glock-17 – Modelo original
Glock-17L – Modelo para tiro desportivo, com cano longo
Glock-18 – Modelo automático idêntico ao modelo Glock-17 que dispara rajadas de três tiros e pode receber um carregador de alta capacidade para 31 munições.
Glock-19 – Modelo compacto da Glock-17, com carregador para 15 em vez de 17 munições. Ligeiramente menos potente, é adequada para utilização por forças de segurança.
Glock-26 – Modelo subcompacto, uma derivação do original com cano curto, que utiliza a munição 9mm Parabelum.
O Sucesso da arma utilizando o calibre 9mm Parabelum, levou a que fossem concebidas versões para outros calibres.
Glock-20 – Modelo equivalente ao Glock-17 para calibre 10mm
Glock-21 – Modelo equivalente ao Glock-17 para munição 11.43mm (0.45)
Glock-22 – Modelo equivalente ao Glock-17 para munição 10.16mm (0.4 S&W)
Glock-23 – Modelo equivalente ao Glock-19 para munição 10.16mm (0.4 S&W)
Glock-24 – Modelo desportivo equivalente ao Glock-17L para munição 10.16mm (0.4 S&W)
Glock-25 – Modelo equivalente ao Glock-19 para munição 9x17 (9.65mm / 0.38ACP). Este modelo difere no entanto do standard, no automatismo do disparo. Este modelo é comercializado para o mercado civil.
Glock-27 – Modelo equivalente ao Glock-26 para munição 10.16mm (0.4 S&W)
Glock-28 – Modelo equivalente ao Glock-26 para munição 9x17 (9.65mm / 0.38ACP) também adequado para defesa pessoal.
Glock-29 – Modelo do Glock-26 para calibre 10mm
Glock-30 – Modelo do Glock-26 para calibre 11.43mm (0.45ACP)
Glock-31 – Modelo equivalente ao Glock-17 para calibre 9.06 (0.357 SIG)
Glock-32 – Modelo equivalente ao Glock-19 para calibre 9.06 (0.357 SIG)
Glock-33 – Modelo equivalente aoGlock-26 para calibre 9.06 (0.357 SIG)
Glock-34 – Modelo «táctico» do Glock-17 para 9mm Parabellum
Glock-35 – Modelo «táctico» do glock-17 para munição 10.16mm (0.4 S&W)

Espingarda Galil

Galil
É uma das espingardas de assalto utilizada pelas Forças de Defesa Israelitas. Foi desenvolvida por Yisrael Galili, possuíndo assim o seu nome.
Utiliza munição de calibre 5.56mm NATO, tal como a M16 Americana, utilizando, no entanto, a acção mais eficaz e confiável da AK-47 russa.
Utilização
Soldado da Estônia em patrulha no Iraque portando uma Galil.O pior problema da Galil é o seu peso. É mais pesada que a M16, com cerca de 3.9 kg em vazio, contra os 2.9 kg da M16, sendo assim considerada um maior fardo para a infantaria, apesar do seu parco comprimento a tornar muito popular entre as tropas (Galil 840/614 mm vs M-16 986 mm). A arma nunca foi utilizada pelas inúmeras forças especiais israelitas, as quais utilizavam a AK-47, quer pelas garantias de funcionamento e devido ao elevado peso da Galil. À infantaria foram reatribuídas as M16s. A Galil inclui uma coronha dobrável , visão nocturna à base de trítio, alicate capaz de cortar arame farpado e até mesmo um abre-caricas para prevenir danos à arma (devido à generalização de abrir caricas com espingardas).
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quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Sikorsky SH-3 Sea King

O Sikorsky SH-3 Sea King é um helicóptero naval médio que pode realizar missões de transporte, salvamento e resgate, guerra anti-submarina ou anti-superfície. Desenvolvido pela Sikorsky Aircraft Corporation, é denominado pelo fabricante como S-61 e pela marinha americana como H-3. A designação SH-3 se refere especificamente a versão naval, função que esteve presente desde o início de seu projecto, especificamente a guerra anti-submarina.
Diversas versões foram desenvolvidas a partir desta plataforma, inclusive como AWACS (Aeronave de Alerta Aéreo Antecipado). Foi fabricado sob licença pela Mitsubishi, Agusta e Westland.
Vem sendo substituído gradualmente por outras aeronaves, como Sikorsky SH-60 Seahawk na US Navy e o AgustaWestland EH-101 Merlin nas marinhas inglesa, italiana e Portuguesa.
Descrição
Fabricante - Sikorsky
Primeiro vôo - 1959
Entrada em serviço - 1961
Missão - Helicóptero naval - transporte, guerra anti-submarina e anti-superfície
Tripulação - 4
Dimensões
Comprimento - 16,7 m
Envergadura - 5,13 m
Peso
Tara - 5.382 kg
Peso total - 8.449 kg
Peso bruto máximo - 10.000 kg
Propulsão
Motores 2× General Electric T58-GE-10
Força (por motor) kN
Performance
Velocidade máxima - 267 km/h (Mach: )
Alcance - 1.000 km
Armamento
Mísseis/ Bombas - AM-39 (SH-3A), cargas de profundidade ou Torpedos Mk 46
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Helicóptero Lynx

O Westland Lynx é um helicóptero construído pela fábrica britânica GKN Westland Aircraft, na sua fábrica de Yeovil. O seu primeiro voo data de 21 de Março de 1971 como Westland WG.31. Inicialmente projectado para uso utilitário para fins quer civis quer militares, o interesse militar nesta máquina provocou o desenvolvimento da versão de Marinha e Exército, que estaria operacional em 1977, sendo posteriormente adoptada por várias forças armadas pelo mundo.
Sabe-se que a construtora francesa Aérospatiale foi licenciada para a produção de algumas unidades, para permanecerem no país.
Este helicóptero quebrou o recorde mundial no alcance de 15 e 25 km, voando a 321.74 km/h. Mais tarde estabeleceria novo recorde de 100km em circuito-fechado, voando a uma velocidade de 400.87 km/h.
Operadores
Armada da Republica Argentina
Marinha do Brasil
Exército Britânico
Marinha Real Britânica
Marinha Real Dinamarquesa
Marinha Francesa
Marinha da Alemanha (Doze unidades encomendadas em 1981 para utilização em fragatas.)
Marinha da Coreia do Sul
Marinha Real da Malásia
Marinha Real dos Países Baixos (Seis unidades de busca e salvamento e dezoito para luta anti-submarina.)
Marinha da Nigéria
Noruega (Seis em operações da Guarda Costeira pelo Esquadrão 337 (337 Skvadron)
Royal Air Force of Oman
Marinha Portuguesa (Em utilização para as fragatas da "classe Vasco da Gama".)
Força Aérea da África do Sul (Quatro unidades da versão Super Lynx 300 para utilização nas corvetas da classe Valour da Marinha da África do Sul.)
Polícia Estatal do Qatar
Westland Lynx
Fabricante - GKN Westland Aircraft
Primeiro voo - 21 de Março de 1971
Entrada ao serviço - 1978
Missão - transporte tático, escolta armada, luta anti-carro (com mísseis TOW), reconhecimento e evacuação aeromédica
Tripulação - 2 pilotos e 1 mecânico de vôo
Dimensões
Comprimento - 13,33 m
Envergadura - 12,8 m
Altura - 3,67 m
Peso
Tara - 3 291 kg
Peso total - 5 126 kg
Peso bruto máximo - 5 330 kg
Performance
Velocidade máxima - 309,284 km/h (Mach: 0.25)
Alcance - 1045 m
Tecto máximo - 2700 m
Relação de subida 606 m/min
Autonomia máxima - 2h 30 (4h 30 com auxiliary tank instalado)
Propulsão
Motores - 2x Rolls-Royce Gem 42-1 turboshafts, 1256 shp (936,976 kW) cada
Força (por motor) - 1.5 kN
Armamento
Metralhadoras - Militar: Metralhadora L7
Mísseis/ Bombas - Naval: 2 x torpedos mk 46 ou
4x mísseis Sea Skua ou 2 x cargas explosivas mk 9 Ataque: 8 x TOW anti-tanque
Extra
Acessórios hoist com capacidade para 272kg (600 lb)
cargo hook com capacidade para 1360 kg de carga externa ~
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terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Armas Químicas

A Guerra química é um tipo de guerra não convencional, baseada no uso de propriedades tóxicas de substâncias químicas para fins de destruição em massa - seja com finalidades tácticas (limitadas ao campo de batalha), seja com fins estratégicos (incluindo a retaguarda e vias de suprimento do inimigo). As armas químicas diferem de armas convencionais ou nucleares porque seus efeitos destrutivos não são principalmente decorrentes da força explosiva. A categoria de armas químicas pode incluir, além das armas químicas propriamente ditas, também aquelas que utilizam prevalentemente venenos de origem biológica. Quanto a isto, há controvérsias. De todo modo, o uso ofensivo de organismos vivos (como o antrax) é em geral considerado como guerra biológica, para efeito dos acordos internacionais sobre armamentos.
Armas químicas são baseadas na toxicidade de substâncias químicas, capazes de matar ou causar danos a pessoas e ao meio ambiente - tais como o gás mostarda, o cloro (Cl2), o ácido cianídrico (HCN), o gás sarim, o agente laranja ou o Napalm. Têm sido utilizadas tanto para reprimir manifestações civis - como é o caso do gás lacrimogêneo - quanto em grandes conflitos.
A guerra química moderna surge na I Guerra Mundial, para superar a luta nas trincheiras, derrotando o inimigo com gases venenosos. No conflito, as armas químicas mataram ou feriram cerca de 800 mil pessoas. A substância mais conhecida era o gás mostarda (de cor amarelada), capaz de queimar a pele e produzir danos graves ao pulmão, quando aspirado.
As armas químicas mais temidas são os Agentes organofosforados, que agem sobre o sistema nervoso, bastando pequenas quantidades sobre a pele para provocar convulsões e morte. Se o conceito de arma química for ampliado, também pode ser incluído o herbicida Agente laranja, sem efeito imediato em seres humanos, que foi usado pelos norte-americanos na Guerra do Vietname. Na guerra entre Irão e Iraque (1980-1988), os iraquianos usaram armas químicas contra o inimigo e voltaram a usá-las posteriormente, em 1991, contra aldeias curdas do norte do país.
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Guerra biológica

Vírus
A guerra biológica consiste no uso de micro organismos (bactérias, vírus ou outros organismos causadores de doença) ou de toxinas, como arma de guerra para incapacitar ou matar um adversário. Pode também ser definida como o emprego de agentes biológicos a fim de causar mortes no homem ou em animais e danos a plantas (culturas) ou materiais.
Na Antiguidade e na Idade Média a guerra biológica era praticada através do uso das substâncias tóxicas originárias de organismos vivos. Os Exércitos usavam corpos em decomposição para contaminar o abastecimento de água de uma cidade sitiada, ou atiravam dentro das muralhas inimigas cadáveres de vítimas de doenças como varíola ou peste bubónica (conhecida na Idade Média como peste negra). O arremesso de corpos sobre as muralhas das cidades sitiadas era realizado com o uso de catapultas, e apresentava também um impacto moral pela visão de um corpo voando sobre a muralha e se espatifando no pátio interno da fortaleza ou cidade, além do forte odor do corpo em putrefacção.
Actualmente, essas armas podem ser bactérias (ou suas toxinas), vírus e fungos fabricados em laboratórios. Durante a Guerra Fria, EUA e a ex-URSS desenvolvem pesquisas voltadas para a guerra bacteriológica. Mas o único uso documentado de armas biológicas em combate foi feito pelos japoneses contra cidades chinesas entre os anos 30 e 40. Também foram atribuídos aos japoneses experimentos com agentes bacteriológicos, principalmente em prisioneiros de guerra.
A criação e armazenamento de armas biológicas foi proibida pela Convenção sobre Armas Biológicas (BWC) de 1972. Até maio de 1997, o acordo foi assinado por 159 países, dos quais 141 já o ratificaram, inclusive o Brasil. A ideia subjacente a este acordo é evitar o devastador impacto de um ataque bem sucedido, que poderia concebivelmente resultar em milhares, possivelmente milhões de mortes e causar roturas severas a sociedades e economias. No entanto, a convenção proíbe somente a criação e o armazenamento, mas não o uso, destas armas. Entretanto, o consenso entre analistas militares é que, excepto no contexto do bioterrorismo, a guerra biológica tem uma aplicação militar bastante limitada.
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Armas Nucleares

Reação de implosão no núcleo de uma Bomba atômica.

Tipos de armas nucleares
As bombas atómicas são normalmente descritas como sendo apenas de fissão ou de fusão com base na forma predominante de libertação de sua energia. Esta classificação, porém, esconde o fato de que, na realidade, ambas são uma combinação de bombas: no interior das bombas de hidrogénio, uma bomba de fissão em tamanho menor é usada para fornecer as condições de temperatura e pressão elevadas que a fusão requer para se iniciar. Por outro lado, uma bomba de fissão é mais eficiente quando um dispositivo de fusão impulsiona a energia da bomba. Assim, os dois tipos de bomba são genericamente chamados bombas nucleares.
Bombas de fissão nuclear
São as que utilizam a chamada fissão nuclear, onde os pesados núcleos atómicos do urânio ou plutónio são desintegrados em elementos mais leves quando são bombardeados por neutrões. Ao bombardear-se um núcleo produzem-se mais neutrões, que bombardeiam outros núcleos, gerando uma reacção em cadeia. Estas são as historicamente chamadas "Bombas-A", apesar de este nome não ser preciso pelo facto de que a chamada fusão nuclear também é tão atómica quanto a fissão. As bombas nucleares também são resultado do encontro dos protões com os neutrões

Bombas de fusão nuclear
Reacção de implosão no núcleo de uma Bomba atómica.Baseiam-se na chamada fusão nuclear, onde núcleos leves de hidrogénio e hélio combinam-se para formar elementos mais pesados e liberam neste processo enormes quantidades de energia. Bombas que utilizam a fusão são também chamadas bombas-H, bombas de hidrogénio ou bombas termonucleares, pois a fusão requer uma altíssima temperatura para que a sua reacção em cadeia ocorra. A bomba de fusão nuclear é considerada a maior força destrutiva já criada pelo homem, embora nunca tenha sido usada em uma guerra.
Oficialmente, a mais poderosa Bomba de fusão nuclear já testada atingiu o poder de destruição de 57 Megatons - conhecida como Tsar Bomba - em um teste realizado pela URSS em Outubro de 1961. Esta bomba tinha mais de 5 mil vezes o poder explosivo da bomba de Hiroshima, e maior poder explosivo que todas as bombas usadas na II Guerra Mundial somadas (incluindo as 2 bombas nucleares lançadas sobre o Japão) multiplicado 10 vezes.
Bomba suja
Conceptualmente, uma bomba suja (ou bomba de dispersão radiológica) é um dispositivo muito simples: é um explosivo convencional, como o TNT (trinitrotolueno), empacotado com um material radioactivo. Ela é muito mais rústica e barata do que uma bomba nuclear e também é bem menos eficaz. Mas ela combina uma certa destruição explosiva com danos radioactivos.

Bomba de neutrões
Uma última variante da bomba atómica é a chamada bomba de neutrões, em geral um dispositivo termonuclear pequeno, com corpo de níquel ou cromo, onde os neutrões gerados na reacção de fusão intencionalmente não são absorvidos pelo interior da bomba, mas se permite que escapem. As emanações de raios-X e de neutrões de alta energia são seu principal mecanismo destrutivo. Os neutrões são mais penetrantes que outros tipos de radiação, de tal forma que muitos materiais de protecção que bloqueiam raios gama são pouco eficientes contra eles. As bombas de neutrões têm acção destrutiva apenas sobre organismos vivos, mantendo, por exemplo, a estrutura de uma cidade intacta. Isso pode representar uma vantagem militar, visto que existe a possibilidade de se eliminar os inimigos e apoderar-se de seus recursos.
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segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Heckler & Koch G36

A G36 é uma arma calibre 5.56x45mm NATO Alemão, projectada no início dos anos 90 pelos engenheiros da Heckler & Koch GmbH. Foi inicialmente usadoá nas Forças armadas Alemãs em 1995, retirando de serviço as antigas espingardas G3 (originário do fuzil CETME espanhol), da década de 50. Está sendo cotada para substituir esta arma no Deutches Heer, a moderníssima espingarda de assalto da Heckler & Koch, a H&K 416, em calibre 5.56x45mm NATO, ou .223 Remington , e o H&K 417, em calibre 7.62x51mm NATO, ou .308 Winchester.
Heckler & Koch G36
Tipo - Arma de assalto
País - Alemanha
Inventor - Heckler & Koch
Data de projecto - 1990-1995
Período de produção - 1995–presente
Tempo em serviço - 1995-presente
Características
Calibre - 5.56x45mm NATO
Operação - a gas com ferrolho rotativo
Cadência do Tiro - 750 tpm
Velocidade de saída do projéctil - 920 m/s (G36, G36V, MG36, MG36E)
850 m/s (G36K, G36KV)
Alcance eficaz - 200 to 800 m
Peso - 3.63 kg (G36)
3.33 kg (G36V)
3.30 kg (G36K)
3.0 kg (G36KV)
2.82 kg (G36C)
3.83 kg (MG36)
3.50 kg (MG36E)
Comprimento total - de 720mm a 998mm dependendo da versão.
Comprimento do cano - 480 mm (G36, G36V, MG36, MG36E)
318 mm (G36K, G36KV)
228 mm (G36C)
Alimentação - carregadores de 30 e 100 projeteis
Variantes - G36, G36V, G36K, G36KV, G36C, MG36 e MG36E
In:Wikipédia